Operando em base quinzenal, logo semanal, tamanho o sucesso do Fantasma na década de 60 tinha na Itália, os editores logo se viram com falta de material, e o jeito foi produzir suas próprias histórias. Era o ano de 1962, o comic book do Fantasma nos EUA ainda estava pra ser lançado, e os suecos só começariam a produzir suas próprias histórias no ano seguinte. Sendo uma das primeiras novas fontes de histórias estrangeiras do Fantasma, o material da Fratelli Spada logo foi exportado para outros países, como França, Dinamarca, Suécia, Alemanha, Noruega, Finlândia, e claro, o Brasil (embora a RGE não tenha publicado muitas delas).
O grupo Fratelli produziu ao todo 332 histórias até o ano de 1973, e embora continuassem publicando revistas do Fantasma até 1980, cessaram o departamento de produção própria; naquela ocasião já havia os comics americanos e as histórias suecas como fontes de histórias extras, resolvendo assim o problema da demanda de material para preencher as revistas. Não se sabe os autores de todas as histórias produzidas pela Fratelli Spada, pois eles não creditavam os criadores, sendo mais identificáveis alguns desenhistas pela identidade do traço; Umberto Sammarini, Germano Ferri, Senio Patresi e Felmang, são os nomes mais presentes. Em relação aos roteiros, sabe-se que Giovanni Fiorentini foi o principal roteirista, mas não se sabe exatamente quais histórias ele escreveu. Outros roteiristas foram Achille Lucarini e Giorgio Pedrazzi . Além disso, diversos artistas, como Germano Ferri , Antonio Sciotti e Senio Pratesi , ocasionalmente escreveram seus próprios roteiros.
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